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Equipes da Defesa Civil fazem visita técnica em barragem de Areal

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Equipes da Defesa Civil e de outras secretarias da Prefeitura de Areal, no interior do Rio, fizeram uma visita técnica na barragem da cidade na manhã desta quarta-feira (6). A vistoria foi marcada depois do desastre em Brumadinho, MG.

A hidrelétrica de Areal tem capacidade para produzir até 18 megawatts e funciona há 66 anos no Rio Preto. Ela foi incluída na Política Nacional de Segurança de Barragens da Agência Nacional de Águas (ANA) e está na lista de barragens que também serão vistoriadas pelo órgão.

De acordo com a Prefeitura, a hidrelétrica está situada perto das localidades Afonsina, Amazonas e Presidente Vargas. A população ribeirinha é de 1.200 pessoas e, por este motivo, ela foi classificada como de alto dano potencial associado pela ANA.

Dano potencial refere-se ao que pode acontecer em caso de rompimento de uma barragem e leva em conta as perdas de vidas humanas, além de impactos sociais, econômicos e ambientais, de acordo com a agência.

Porém, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) esclarece que os danos potenciais médio e alto significam o potencial impacto que o dano em alguma estrutura pode acarretar e não o risco iminente de rompimento.

Segundo o diretor técnico da empresa responsável pela barragem, Ricardo Magalhães, a pequena hidrelétrica é monitorada 24 horas por dia e diferentemente da barragem de Brumadinho, que guardava rejeitos, a de Areal represa água.

Na visita, os técnicos da Defesa Civil observaram pequenas fissuras nas paredes da barragem. O diretor técnico explicou que elas são monitoradas com a ajuda de placas de vidro que quebram se as fissuras abrirem mais.

No local, existe ainda uma sala de comando, onde ficam os equipamentos de controle, como um painel que mostra o nível da barragem. Também existe o monitoramento feito por câmeras e sirenes.

O sistema de comunicação fixa, móvel e por satélite ainda permite contato imediato com a Defesa Civil.

Ainda de acordo com diretor técnico da empresa, a última inspeção regular em Areal foi feita em outubro do ano passado e mostrou que as estruturas da barragem, que são de concreto, estão íntegras.

Tragédia de 2011
Em 2011, a barragem foi testada durante a tragédia que atingiu a Região Serrana. Na época, as comportas precisaram ser abertas porque o nível do rio subiu. Mas, como o sistema da abertura das comportas tem três níveis, a água foi liberada aos poucos.

Foi assim que a Prefeitura do município ganhou tempo para avisar aos moradores para saírem de casa. Um carro de som circulou pelas ruas alertando sobre os riscos. As sirenes também foram acionadas de forma ininterrupta. Ninguém ficou ferido na cidade.

Fonte: G1
(Imagens: Marcelo Santos/Inter TV)

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