Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Empresários que já tiveram comércio em São José são acusados de golpe em Cabo Frio

empresarios-que-ja-tiveram-comercio-em-sao-jose-sao-acusados-de-golpe-em-cabo-frio

Segundo informações divulgadas no último dia 27 de julho, pelo Portal RC 24 Horas da repórter Renata Cristiane, com atuação na Região dos Lagos, ao menos dez festas de casamento viraram um pesadelo para noivos da cidade de Cabo Frio. Conforme divulgado, os sócios do Casarão do Portinho, Romério Rampini e Roberto Flugel, que tem um local onde é utilizado para festas e eventos, estão sendo procurados, não só pelas vítimas como também pela Polícia Civil, para prestar esclarecimentos. Segundo as denúncias, eles são acusados de ter abandonado a organização das comemorações durante os preparativos.

As vítimas que denunciaram o golpe, apontam que o número de pessoas que estejam passando pelo pesadelo pode ser ainda maior. Os prejuízos podem chegar a R$ 26 mil reais, de acordo com o que foi contratado pelos noivos, considerando espaço, decoração e/ou buffet completo.

Os acusados, que eram conhecidos como donos do casarão, na verdade sublocavam o espaço. Segundo divulgado, eles desapareceram e junto levaram o dinheiro que teriam recebido dos noivos, sem dar nenhuma explicação. Os dois empresários já tiveram comércio na cidade de São José do Vale do Rio Preto. Na época, o eles alugavam um espaço de loja no Centro da cidade. Após alguns anos residindo no município valeriopretano, os dois seguiram para a região litorânea do Rio de Janeiro, onde seguiram no ramo de ornamentações e aluguel de espaço para festas e eventos.

De acordo com testemunhas e até um caseiro que toma conta de uma residência vizinha, os dois foram vistos pela última vez na noite da última terça-feira dia 24, carregando um caminhão pequeno com pertences e saindo, não sendo vistos desde então.

Um dos casos denunciados é o da jovem Juliane Rodrigues, que viu os “suados” R$ 5,2 mil desaparecerem e com eles o sonho da festa de casamento. Ela fechou o contrato em outubro de 2017 para as bodas que aconteceriam em 27 de outubro deste ano. E teria a eles nove das 10 parcelas, fora a entrada, um total de 5.260,20 reais. A jovem conta que o casamento está marcado pra 27 de outubro, e que eles simplesmente desapareceram, não respondem WhatsApp, não tem mais página no Facebook, e que tomaram chá de sumiço.

Já outra vítima do golpe, é a jovem chamada Joice, que pagou R$ 1 mil adiantados para garantir o salão para a festa, que seria dia 15 de setembro próximo.

Outro caso muito triste é o da noiva Renata, que desde junho do ano passado pagava as prestações para a festa de casamento com capacidade para 200 pessoas, marcado para acontecer em abril do ano que vem. Do total do pacote contratado – que foi o completo, ela já havia pago, com sacrifício, cerca de R$ 20 mil reais.

Ela conta que com muito sufoco pagou esse valor, e ainda faltavam umas parcelas. O pai da cliente sendo idoso, não pode nem sonhar em saber, pois parte da ajuda teria vindo dele. Renata conta que realmente está vivendo um pesadelo. E que vai ter passar por outra dificuldade, tendo que reduzir a lista para no máximo 100 pessoas e fazer algo íntimo para não desistir do seu sonho de casar.

Outra noiva, que preferiu não se identificar, formou até grupo no WhatsApp para formar uma comissão e correr atrás de justiça. Ela já havia despendido cerca de R$ 3.800,00, pagos à vista, a fim de garantir o espaço, e iria marcar a data da festa nos próximos dias. Ao chegar no Casarão, que funcionava na Rua Coronel Ferreira, a principal do Portinho, não encontrou mais ninguém.

Ela conta que nenhum dos telefones está recebendo chamada e ninguém sabe deles. Ela já chegou até fazer o registro do boletim de ocorrência e faz um apelo a todos que puderem compartilhar para que outras pessoas não passem pelo que ela e tantos outros estão passando.

A reportagem do Portal RC24h ligou para três números dos acusados, fornecidos pelas vítimas, sendo dois de Cabo Frio (um fixo e um celular) e um com DDD da área 024. Nenhum deles foi atendido, nem mesmo chamou.

HISTÓRICO DUVIDOSO
Ainda de acordo com as vítimas, Romério Rampini e Roberto Flugel são de Petrópolis e estavam em Cabo Frio desde 2014, quando abriram o Casarão, que então funcionava na Rua Maria Rita Novelino. Dois anos depois, em 2016, eles alugaram outra casa, ao lado, para o funcionamento. E há cerca de três meses, teriam se mudado para a casa atual, na beira do canal.

No primeiro imóvel que eles alugaram (casarão bege), segundo as testemunhas, eles teriam saído após problemas com o proprietário. Quando saíram do segundo imóvel (casarão verde), teriam dado a justificativa de que haveria infestação de cupim.

E aí foram para a terceira casa, da Rua Coronel Ferreira, onde foram vistos, pela última vez há três dias.

Com informações do Portal RC 24 Horas
(Imagem: Reprodução Portal RC 24 Horas)

Deixe seu comentário:

REDES SOCIAIS

DISQUE-DENÚNCIA PM

DISQUE-DENÚNCIA PM

RÁDIO KISS JF

RÁDIO KISS JF

ATELIÊ GOLDEN ARTS

ATELIÊ GOLDEN ARTS

ANUNCIE AQUI!

ANUNCIE AQUI!

Menu

NOSSO WHATSAPP

NOSSO WHATSAPP

Curta no Facebook

DOWNLOAD APLICATIVO

DOWNLOAD APLICATIVO