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A Rede Info News foi criada no dia 05 de maio de 2015, sendo um portal independente, cujo conteúdo está focado na informação verídica e presando sempre pela responsabilidade, levando a notícia com credibilidade aos leitores da Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. As publicações no Site são de responsabilidade do Radialista e Jornalista Fábio Brunno.

 

Nossa Missão
A Rede Info News tem por sua missão, como um veículo jornalístico que é, revelar fatos importantes, incômodos ou não, envolvendo ou não políticos, populares, famosos, artistas ou empresários, não havendo conceito que prejulgue classe social, econômica, racial, civil ou psicológica. A Rede Info News tem feito isso de forma isenta, durante todo este período de atuação, mas precisamente desde a sua criação, no dia 05 de maio de 2015.

Como atestam os princípios editoriais da Rede Info News, somos um órgão apartidário, absolutamente independente de grupos econômicos e de governos, onde nossa postura se manterá, independentemente de veicular fato ou informação que irrite aqueles que preferem, em benefício próprio, que a imprensa se cale, em prejuízo dos leitores e da população geral, que tudo devem conhecer para fazer seus julgamentos.

A Rede Info News sabe que, ao cumprir essa missão, pode ser vítima de ataques, os mais violentos e injustos. Isso já aconteceu por conta de ideologias e posturas diferentes da missão que acreditamos ser e ter como nosso dever. Você, amigo leitor e internauta, que nos acompanha em todo este período de atuação da Rede Info News, é testemunha de nossa lisura. Nosso compromisso é com você, não com famosos, artistas ou empresários, muito menos com políticos e candidatos.

Será sempre assim, mesmo que o preço a pagar sejam acusações sem sentido.

Nossa Linha Editorial

“Linha editorial é a lógica pela qual a empresa jornalística enxerga o mundo; ela indica seus valores, aponta seus paradigmas e influencia decisivamente na construção de sua mensagem.” (PENA, Felipe. 1000 Perguntas sobre Jornalismo. Rio de Janeiro: Editora Rio, 2005.)

Ou seja, é a personalidade de uma marca, contendo seus valores, objetivos, voz e nuances, capazes de a transformarem em algo único por meio da leitura do texto.

Para responder aos nossos leitores que muita das vezes ainda não compreenderam a linha de redação, do site Rede Info News, vamos explicar mais uma vez o motivo do porque não divulgamos nomes ou imagens em vários casos, como matérias policiais e/ou envolvendo acidentes.

Não é raro ver pessoas acusadas de crimes serem expostas num contexto, em sua maioria, humilhante mesmo quando estas evidentemente não querem aparecer ou conceder qualquer tipo de entrevista. Cobrir o rosto é um sinal ignorado pelos cinegrafistas e fotógrafos que quase sempre dão um jeitinho de pegar aquele ângulo. Ou em casos de acidentes, a avidez por ver as cenas e quem se feriu se torna maior que o respeito à privacidade do indivíduo. O argumento usado em outros sites ou programas informativos, de que é uma “oportunidade de se defender, de contar sua versão dos fatos”, ou até mesmo mostrar as informações cem por cento aos leitores, quem dera essa suposta imparcialidade jornalística fosse de fato além do mero argumento astuto na hora de informar ou pensar em muitas curtidas por conta do tal “furo de reportagem”.

Surge o questionamento: a mídia pode divulgar minha imagem durante uma prisão sem minha expressa autorização?

Devemos nos ater aos bens jurídicos tutelados que estão em jogo, no caso, em direta oposição. De um lado há a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, o interesse coletivo no acesso à informação. Do outro, o direito à privacidade, o direito de imagem, bem como a honra objetiva do cidadão preso.

O direito de informar é protegido pela Constituição Federal em seu art. 5º, IV, e art. 220, § 2º que assim pregam: Art. 5º, IV: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição

Por sua vez, o direito de imagem, a honra, privacidade e intimidade também têm previsão constitucional no art. 5º, X, e XXVIII, a. A matéria também é encontrada no código civil, notadamente em seu art. 17. Vejamos esses dispositivos legais:

Art. 5º, X da CF/88

X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

XXVIII – são assegurados, nos termos da lei:

a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas, inclusive nas atividades desportivas;

Art. 17 do código civil: O nome da pessoa não pode ser empregado por outrem em publicações ou representações que a exponham ao desprezo público, ainda quando não haja intenção difamatória.

Nesse sentido, o MPF – Ministério Público Federal da Paraíba, recomendou formalmente, que cessasse a exibição pública de detidos e/ou acidentados. O intuito foi de justamente combater a exposição vexatória e as entrevistas não autorizadas, que podem chegar como um desalento aos familiares dos envolvidos, causando um desconforto enorme aos seus.

O aclamado Procurador da República Rodrigo Janot em atuação relativa à citada recomendação, defendeu a posição do MPF/PB afirmando que o órgão agiu em defesa dos direitos humanos, relativos à vida privada, honra, intimidade e imagem das pessoas. O chefe do Ministério Público, acertadamente, disse ainda que o direito constitucional à informação pressupõe respeito, logo não se coaduna com exposição vexatória ou humilhante do preso ou da vítima. Vejamos então os dizeres de um dos mais aplaudidos juristas pela mídia e opinião pública dos últimos tempos:

“O direito de imagem das pessoas está entre os direitos atinentes à personalidade e, como tal, é irrenunciável e intransmissível, gozando, portanto, da máxima proteção pelo ordenamento jurídico, porquanto vinculado ao direito maior da dignidade da pessoa humana.”

Seguindo, o STF já manifestou entendimento (RE687768 MA) que diz ser legítima a atuação da imprensa quando apenas pública informações, inclusive com imagens, desde que vinculadas a notícias de interesse público, de cunho jornalístico e sem fins lucrativos ou vexatórios, ou ainda que sejam apenas para ganhar muitas curtidas em nome da ‘audiência”.

Ocorre, todavia, que em última análise, as matérias de suposto cunho jornalístico sempre têm fins lucrativos, afinal, são empresas privadas que lucram com a venda de espaços publicitários (comerciais) devido à grande audiência que esse tipo de matéria ainda tem. Logo, há claro enriquecimento ilícito por parte de quem veicula a matéria e pensar o contrário disso é pura ingenuidade ideológica.

Por sua vez, o STJ (AgRG no AREsp 592246 SP 2014/0243720-7) trilhando os mesmos passos que o Supremo, entende que não existe ofensa à honra dos cidadãos quando, no exercício do direito de liberdade de imprensa, há divulgação de informações verdadeiras e fidedignas a seu respeito, principalmente quando exercido em atividade investigativa e sejam informações de interesse público. Diz ainda o Tribunal que é obrigação da imprensa constatar a veracidade das notícias apuradas antes de sua publicação, sob pena de ofensa ao direito de imagem da pessoa investigada.

O ponto aqui é que é notório o poder destrutivo de uma simples afirmação de suspeita contra alguma pessoa. É inegável que o público em geral não distingue com tanta clareza o cidadão que é apenas investigado e/ou suspeito, daquele que já foi efetivamente condenado judicialmente. Fora isso, temos o fato de que o apelo dado a notícias policialescas, jamais foi e provavelmente nunca será o mesmo que aquele dado num eventual direito de resposta, logo a réplica nesses casos é absolutamente inócua. O prejuízo já terá sido sofrido e não haverá como repará-lo (a indenização civil é possível a depender do caso, mas certamente não devolve a honra e demais bens atingidos).

Ademais, quem já viu destaque para matéria jornalística de absolvição de qualquer acusado? Praticamente não existem. Estas, quando acontecem somente se dão num contexto de crítica, notadamente com clara intenção de manipular a opinião pública contra a advocacia ou o judiciário.

Diante dos argumentos apresentados, assim como sites que nossos leitores também fazem acesso, como G1, R7, Extra, dentre tantos outros de grande acesso mundial, nos privamos de em determinados conteúdos jornalísticos, divulgar nomes e/ou imagens que discriminem que são os envolvidos de fato. Afinal, o nosso intuito é tão simplesmente informar os fatos.

Abraço à todos os nosso amigos leitores, que com carinho e respeito sempre entendem nossa linha de redação e compreendem o intuito do nosso site.

Atuação da Rede Info News
A Rede Info News vem atuando desde sua estreia, nas seguintes Cidades e Distritos da Região Serrana do Rio de Janeiro:

CIDADES COM MAIOR COBERTURA:

  • São José do Vale do Rio Preto;
  • Petrópolis;
  • Teresópolis;
  • Areal;
  • Posse;
  • Itaipava;

CIDADES COM MENOR COBERTURA:

  • Três Rios;
  • Sapucaia:
  • Levy Gasparian;
  • Paraíba do Sul;
  • Nova Friburgo;
  • Guapimirim;

A Rede Info News é dirigida pelo radialista e jornalista Fábio Brunno. Em sua bagagem, Fábio Brunno tem atuações em emissoras de rádios como Gospel FM, Itaipava FM, Terê FM, Solar FM, CBN Juiz de Fora, Nova FM, Ativa FM, dentre tantas outras emissoras que esteve apresentando programas musicais, informativos e de entrevistas. Passou também pelo SJTV, canal à cabo em que atuou como repórter, apresentador e jornalista editorial. Como jornalista atuou em setores da Tribuna de Minas, foi correspondente do Jornal O Riopretano, isso sem falar no trabalho realizado como cerimonialista e de assessoria de comunicação da Prefeitura de São José do Vale do Rio Preto.

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